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Amado meu
Amado meu, inspiração doce e
sublime de sentimentos sonhados de amor plenamente vivido em momentos
mágicos por nós divididos.
Por sonhos que se tornaram
realidade, em abraços esfuziantes, no enlevo encantado de entregas
extasiantes. Unidos, acasalados, no jogo de sedução entrega total em
completa comunhão.
Amado meu, és dono de meu coração. Sem tempo,
sem espaço, sem verdades e mentiras, chegastes mansamente arrebatastes
docemente és senhor de minha inspiração.
Tânia Regina SP
15/01/05
Escrito por Tânia Regina às 00h56
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Proeza
Quando procuro por mim viajo até o infinito tentando em vão
esforço saber por que existo. Olho para meu reflexo nas águas por onde
passo e a imagem que vejo não condiz com o que faço.
Procuro na luz
da vida a realidade precisa de tudo que sou. mas vejo nas sombras que
produzo a obscuridade, que em minha volta se formou. Vida pintada em
sombras onde ideais de liberdade e justiça tornaram-se sonhos que
apagou.
Dessa imagem sem consistência onde foram roubados
ideais restaram conceitos precisos, abrigados, protegidos, desses
abjetos ladrões. Feridas cicatrizaram idéias mudaram proezas
acalmaram mas continuam guardados incólumes, impolutos, dentro de meu
coração
Tânia Regina SP 13/01/2005
Escrito por Tânia Regina às 18h42
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ufaaaaaaaaaa !!!!!!!!!!! QUE VERÃO CHUVOSO !!!
Escrito por Tânia Regina às 17h40
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Feiticeiro Som
Um som, um timbre, uma
voz... um leve frêmito de emoção. O despertar do vulcão adormecido que
acorda e lança nervoso e insolente tudo para fora em larvas e labaredas de
fogo e paixão.
Divinos acordes que enfeitiçam a minh’alma
perdida despertam desejos, iluminam a vida. O renascer no fogo, o
resplandecer dos sonhos até então extintos e que agora latejam, vivos,
clamando, implorando, exigindo...
E o timbre enfeitiçador
continua, alimentando toda essa eclosão, trazendo a tona aquela que sempre
fui e que nunca pensei ser. Feiticeiro som que faz de mim
MULHER...
Tânia Regina Itanhaem - SP, 12/07/2002
Escrito por Tânia Regina às 23h24
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CICLO DA VIDA
Nessa madrugada que começa vejo pela janela do vigésimo
segundo andar, milhares de luzes faíscam, piscam, multicores, mil
vidas destinos que se cruzam desviam-se, perdem-se, risos,
choros, vida...quanta vida... talvez sem sentido sem objetivo mas
com certeza todas na procura absoluta e pura da felicidade. Nesse
exato momento em algum lugar da cidade o choro da vida vindo da
criança que aqui está sendo recebida em outro ponto o choro da
despedida da vida que foi vivida quem sabe sem alegria e se despede
agora.
É o ciclo da vida nascer, crescer, sorrir,
chorar, procriar. Viver ... morrer... ...e a felicidade tentar
encontrar.
Tânia Regina SP
10/01/05
Escrito por Tânia Regina às 04h02
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VAI MINHA POESIA

Vai minha poesia... vai em versos sem rimas buscar minha
alegria que em algum lugar perdi. Vai além, muito além, procurar as
verdades, que sejam isentas da maldade trazendo apenas a felicidade dos
momentos que vivi.
Vai minha poesia por entre lágrimas e prantos de
dores e desencantos, no choro da saudade, no lamento da
distância, encontrar nova inspiração. Pois na alma do poeta nunca será
completa ele fala com o coração.
Vai minha poesia, dance ao som da
suave canção, cubra-se com o manto da emoção sob o holofote das
estrelas que resplandecem em seus versos gratificando a alma do
poeta que glorificado se extasia transformando-a em sua grande
vitória, carregando o troféu no coração.
Tânia Regina SP 08/01/2005
Escrito por Tânia Regina às 03h15
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