Minhas Poesias
  Plagiando o Poetinha


Plagiando o Poetinha
Para viver um grande amor
necessito sentir o teu toque,
precioso, gostoso, querido,
toque macio, aquecido
aveludado carinho,
que vem de tuas mãos.

Para viver um grande amor
preciso ouvir tua voz
entoando canções de amor,
chamando-me com teu jeitinho
para ficar bem pertinho
juntos aquecermos nosso ninho
entre abraços, afagos,
suspiros e burburinhos,
entregamo-nos devagarinho,
sou tua...és meu...

Para viver um grande amor
tem que haver a saudade
mesmo quando forte e doída
fica plenamente esquecida
ao som gostoso e faceiro
do teu sorriso maroto.
Nessa hora nada mais importa
a saudade vai embora
quero apenas os beijos teus.

Para viver um grande amor
deve existir um pacto,
silencioso e sagrado
que durante essa união
não importa a distância
estará presente em nossa lembrança
a grandeza desse amor

Tânia Regina
SP 23/01/05


 Escrito por Tânia Regina às 02h46
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  Marketing do Amor


Marketing do Amor


Vamos traçar a meta,
definir o objetivo,
desse amor em conflito.
Tal qual um artigo
com valor estipulado
necessitando ser analisado
transformado, renovado,
um novo marketing criado,
assim será novamente apreciado
no mercado do amor.

Calculado o valor,
acrescentado de novo visual
será o produto principal
do consumidor exigente.
Perante tanta gente
será apreciado
que será necessário
uma embalagem especial.
Quem sabe carinho,
saberá abrigá-lo
ficando a combinação perfeita
do conteúdo e sua embalagem.

Tudo pronto e definido,
um grande rebuliço,
lançado oficialmente,
busca seu caminho de glória
sua grande vitória
estar em todos corações
por esse mundo afora.

Tânia Regina
SP 23/01/2005


 Escrito por Tânia Regina às 01h56
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  Fim


FIM

Fim

Nas contendas
que a vida impõe
Existem barreiras
que não se transpõe.
Labuta infinda
mar de emoções,
dor, sofrimento,
gerando tempo
puro lamento.
Demente, doente,
sempre ausente
apenas no sonho
brota a ilusão
de ser mais.
(pobre incapaz)
divaga, difere
não vê o depois
exalta, exaspera
a corda se quebra
não existe licença
o pote da paciência
esvaiu-se...
a mente partiu...
sem dor, acabou...

Sem intelecto
pobre de alma
joga com a vida
sem defini-la.
ao longo do tempo termina o prazo
esvaiu-se... tudo se foi...
...Adeus !!!


Tânia Regina
SP 23/01/2005


 Escrito por Tânia Regina às 01h47
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