Minhas Poesias
 


Delírios de Poeta

Delírios de Poeta

Confesso que nesse dia
de poema ou poesia
procuro na nostalgia
a verdade que queria.

Versos ou prosas?
não sei...não importa!!!
Faço do texto a experiência,
da antologia o poema,
da verdade a querência,
disparates sem antecedência,
despeço-me sem indulgência,
no riso, vão-se as lágrimas
do choro que induziu
a escrita do poema
quando o amor partiu.

Não existe nexo,
nada que conduza
ao raciocínio lógico,
palavras ...soltas...
mas palavras
movem-se mansamente
pela mente que as lê
fundem-se em comum acordo,
célere exprimi-se
fingindo que fingia
sentir o que não sentia

Poeta, profeta,
assim se expressa !!!

Tânia Regina
SP 15/03/05


 Escrito por Tânia Regina às 01h09
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